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Convidado novamente para falar aos produtores de gado de corte que visitarem a 17ª TECNOSHOW COMIGO, que ocorre entre os dias 9 e 13 de abril em Rio Verde (GO), o analista de mercado Rodrigo Albuquerque garante que o sucesso na atividade vai muito além de um rebanho bem cuidado. Ele aponta a gestão produtiva, e um consequente sistema de produção sustentável, como aliada fundamental para a manutenção da saúde financeira do negócio. Segundo o especialista é importante que o produtor esteja por dentro das perspectivas de mercado no setor e saiba exatamente como e quando tomar a decisão de compra e venda da produção. Intitulada Mercado, perspectivas e tendências da pecuária de corte para 2018, a palestra do também médico veterinário vai contemplar ainda as ferramentas de proteção de preço e as novidades em relação à bolsa de valores.

Rodrigo recebe os produtores, a partir das 14 horas de quarta-feira (11), no Auditório 1 do Centro Tecnológico Comigo (CTC), onde apresenta também os indicadores de mercado mais importantes de cada um dos elos da cadeia da carne bovina – cria, recria, engorda, frigoríficos, atacado, varejo, carnes concorrentes e exportação. Apresentando um cenário geral, ele faz questão de destacar que a pecuária de corte no Brasil está se renovando fortemente, muito em função do que aconteceu nos últimos dois anos quando o ciclo de preços foi achatado. “O mercado, em termos de indústrias, passou, nos últimos 10 anos, por uma evolução grande. A cada cinco quilos de carne comercializada no mundo, um quilo é brasileiro. Nosso potencial de expansão é extremamente forte”, explica.

Porém o analista diz que ainda há muito o que ser feito, começando, por exemplo, pelo avanço nos índices médios produtivos. “É preciso também melhorar a profissionalização da gestão do produtor, seja ela financeira ou comercial. Se ele aperfeiçoar seu nível médio de administração e encarar de fato a complexidade de seu sistema de produção já teremos caminhado muito”, garante. Rodrigo aponta também melhorias em um futuro próximo, apostando no aumento significativo na oferta de animais até 2020, visto que houve uma expansão do rebanho em 2015 e 2016. “Deve haver uma melhor fluidez da oferta e a recuperação da demanda interna que acabou bastante afetada por um crise macroeconômica. Além disso, a abertura do mercado chinês deve ajudar muito no escoamento da nossa produção.”

Por fim, e como não poderia deixar de ser, Rodrigo deve comentar a recente decisão da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) em dar ao Brasil o status de País livre de febre aftosa com vacinação. “Outra conquista foi o aumento do nosso nível de sustentabilidade com a consolidação de técnicas ligadas à nutrição do rebanho e ao manejo de pasto. Elas permitiram que o produtor brasileiro elevasse, e até triplicasse, sua produtividade dentro da mesma área”, afirma.

Fonte / Foto: Assessoria de imprensa da TECNOSHOW COMIGO
Jornalismo Portal Panorama

Foto: Divulgação
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